sexta-feira, 29 de junho de 2012

Culto Ao Ar Livre: Bairro Santa Luzia


A Igreja Evangélica Assembléia de Deus (templo-central) da cidade de Pentecoste, liderada pelo pastor: José Onilton Santiago, através do departamento de Missões local promoveu na noite desta quinta-feira, 28/06/2012, mas um CULTO AO AR LIVRE. Desta vez no Bairro de Santa Luzia, na residência do irmão Zé. O evento organizador e dirigido pelo Dc Célio Moreira auxiliado pelo Dc. Gleisom contou com a presença de um grande número de obreiros e diversos irmãos das diversas congregações e também de nossa sede. O culto iniciou como uma oração: depois a irmã Lucimar foi convidada para cantar os hinos congressionais, logo após o dc. Pedro Paulo fez a leitura oficial da palavra de Deus, em seguida vários cantores louvarão a Deus (Conj. de senhoras da congregação da Ombreira, Franvieira, J. Lucio, Camila, irmão Zé e Hozaria) vários obreiros também estiveram presentes: entre eles: Dc. Célio Moreira, Pr. Célio Carneiro, Pb Jorge Pinto, Dc. Jairo, Dc. Chaquinha, Dc. Gleisom, Dc. Pedro Paulo, Cantor: JLucio, Dc. José Wilsom, Aux. Feijo Dirigente da congregação da Ombreira, Dc. Franvieira, e outros, e eles trouxeram suas saldaçãoes e expressaram suas alegrias de estarem naquele local: Louvando, exaltando glorificando e fazendo o IDE que o senhor nos mandou. O Pr. Célio Carneiro nos trouxe uma saudação, parabénizou e mostrou sua alegria ao ver tantos obreiros, empenhados em fazer a obra do senhor.
A convite do organizador, ministrou a Palavra de Deus o Pb. Jorge Pinto, com o tema: Por que Precisamos pregar o Evangelho as Nações? Baseando-se em Romanos 1.18-32. Onde Paulo considera-se Apóstolos dos gentios, devedor tanto a gregos como a bárbaros e que estava prontos para ir ate eles e anunciar o evangelho, do qual não se envergonhava, pois era poder de Deus para salvação. Mas Paulo queria mesmo era o apoio da igreja de Roma quando fosse para Espanha. O alvo de Paulo é mostrar que os pagãos estão perdidos. Explicou também: Como Deus se Revelou, Como os Gentios Rejeitaram e como Deus os Retribui, Concluiu dizendo que somente o evangelho pode salvar. Logo após o Dc. Célio Moreira expressou-se dizendo Essa é a missão da Igreja do Senhor aqui na terra, quando disse"Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura, Quem crêr e for batizado será salvo, quem não crêr será condenado" (Mc 16.15-16), e assim a Igreja do Senhor está levando a Palavra do Senhor ao povo desta cidade. Antes da Conclusão do trabalho foi feito uma oração em prol dos familiares de todos que estavam presentes, e foi feito um grande clamor ao senhor baseando-se na palavra de Deus onde diz:"Crê no Senhor Jesus e será salvo, tu e tua casa", e saímos daquele lugar o sentimento de dever comprido, e se você também que ter esse sentimento, esta convidado a participar com a gente todas as quintas, dos CULTO AO AR LIVRE. Que Deus em Cristo nos abençoe Amem.
Fonte: Blog Missões em Pentecoste

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Lição 1 - Vídeo Aula Ev. Luiz Henrique

PARTE 1


PARTE2

Lição 1 - "No Mundo Tereis Aflições" - Subsídio: Érick Freire



“Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. (João 16.33)
No mundo tereis tribulações
Em algumas versões, no lugar da palavra ‘tribulações’ se escreve ‘aflições’, mas para sermos precisos ao significado do que Jesus quis dizer, é necessário que verifiquemos a palavra grega originalmente usada por João, o evangelista, e esta tem um riquíssimo conceito que nos ajudará a ter a verdadeira noção do que é tribulação e/ou aflição. Esta palavra vem (θλίψιϛ) thilipsis, que significa literalmente ou figurativamente pressão, cosubstantivada como compressão, aflição, estreito, amontoado, perturbação.
O verbo original deste substantivo trás ainda em sua substância um significado mais profundo que é: esmagar, comprimir, pressionar, apertar, espremer vindo através de uma compressão excedida em força.Depois de entendermos o significado desta palavra, podemos então entrar no tema da lição desta semana, pois faremos uma interpretação simples do que realmente Jesus estava falando. Um dos erros que encontramos em alguns “pregadores” que se utilizam deste texto e ouvimos corriqueiramente em nossos cultos. Pergunto, você acha que tá faltando algo no versículo acima? Não seria o complemento ...e vocês vencerão? Pois é, não tem isso na Bíblia, apesar de sermos mais que vencedores, por aquele que nos amou (Rm 8.37), “A vitória dEle nos faz triunfar. Contudo, as palavras de Jesus, na última parte de Jo 16.33, foram apenas: “...eu venci o mundo”. “O complemento “e vós vencereis” é um acréscimo às palavras do Mestre”. (ZIBORDI, 2011, p.32)Então, notamos que o primeiro erro é dá um complemento ao versículo bíblico, mas você pode está dizendo “Isso é besteira!”, mas a própria Palavra afirma (Ap 22. 18-19) que ninguém deve acrescentar ou retirar algo dela, por isso, segundo o pastor Ciro Zibordi “Há três maneiras de torcer a Palavra de Deus: omitindo parte dela, acrescentando algo à sua mensagem ou “forçando” uma interpretação”. E este complemento que acabamos de comentar, é citada como a segunda maneira de torcer a Palavra.Após entendermos este pequeno erro. Deteremo-nos no estudo básico do versículo base do nosso artigo. Quando Jesus dirimiu tal afirmação, Ele estava preparando os discípulos e todos aqueles que o seguiam para a hora de sua prisão e crucificação. Eles, como afirmou, agora, estariam sozinhos, cada um iria para sua casa, seriam atormentados pela falta do Mestre dos mestres, em suas mentes a pressão existiria com questionamentos como “Será que Ele era realmente o messias? Por que Ele não triunfou na cruz e desceu dela? Por que Ele não usou o seu poder para destruir o governo romano?”, realmente seria bem mais fácil para Jesus fazer tudo isso, mas o Reino dEle não tem características humanas, sua guerra não é essa.A guerra interna, introspectiva de cada discípulo estava por vir, o Senhor seria entregue as autoridades romanas e morto pela vontade judaica. E a guerra realmente começaria, mas não uma guerra de espadas, mas uma guerra espiritual, não uma batalha entre anjos e demônios, mas uma guerra da alma dos discípulos contra os sentimentos de culpa por deixar o mestre só, como também o medo de afirmar ter sido discípulo dEle, pois o medo da morte os afligia, não quereriam morrer como ele.Mas, a tribulação não era só aquela introspectiva, não era só a luta da alma e a angústia, o Senhor afirmara que no “mundo sereis oprimidos” ou “no mundo sereis aflitos” ou “no mundo sereis perseguidos” e etc. Para aclarar melhor a vocês isto, deixo-os com outra afirmação de Cristo no evangelho segundo Lucas “Mas antes de tudo isso, prenderão e perseguirão vocês. Então os entregarão às sinagogas e prisões, e vocês serão levados à presença de reis e governadores, tudo por causa do meu nome”. (Lucas 21:12)
Será que isto tem acontecido conosco? Ironicamente, acho que não! A igreja atual não é perseguida como outrora, lembro-me quando criança, na congregação que eu, meus irmãos e meus pais congregávamos, noite de culto, era certeza de apedrejamento a igreja, lembro-me que em um culto estávamos louvando ao Senhor e jogaram uma pedra de paralelepípedo no teto que, era de telha de cimento, mais conhecida como brasilit, nessa época quando levávamos o evangelho existiam ameaças, alguns irmãos eram espancados, outros sofriam cusparadas em suas faces, e alguns foram até mortos por amor ao evangelho. Hoje, se um cristão “gospel” for surrado, no outro dia ele está processando seu agressor! Pois, indaga que, “Tenho liberdade de expressão!”, realmente vivemos em um estado “democrático” de direito, mas o evangelho não tem parâmetros materiais e humanos, o que nos rege é superior a uma tribulação, perseguição, esmagamento ou opressão de quem quer que seja, devemos ao invés de processar nossos agressores, nos alegrar em nossas tribulações “...Sinto-me bastante encorajado; minha alegria transborda em todas as tribulações”. (2 Coríntios 7:4b), pois bem aventurado é o perseguido por amor a Cristo (Mt 5.11).Ouvimos comumente por aí: “Irmão, to passando uma prova grande!”, aí ao perguntarmos que tipo de prova é essa, geralmente a resposta vai girar em torno de dinheiro, seja que está desempregado, seja que o salário é pouco, ou até mesmo que não consegue pagar as contas em dia. Outros poderão até dizer que estão doentes, mas dificilmente você ouvirá alguém dizer “Irmão estou sendo provado porque falo a verdade da Palavra, porque defendo o evangelho de Jesus Cristo em todos os lugares”, claro! Amoldamo-nos por este mundo, indo contrariamente ao que Paulo nos orienta (Rm 12.1,2), pois hoje só falamos o que o povo quer ouvir, “Paulo realmente podia ter agradado muito mais gente se pregasse um evangelho mais leve. Entretanto, insistia em pregar o evangelho cristocêntrico”. (ZIBORDI, 2011, p.74)Ouvimos por aí muitos líderes dizendo “Só prego mensagens que deixe o povo com a autoestima lá em cima, não gosto de ver o povo chorando, o povo de Deus é feliz, ele não sofre! Deus nos faz triunfar, por isso, posso declarar, decretar, ordenar, exigir que tudo podemos!” Este “evangelho” é furado e falacioso, precisamos pregar a verdade para podermos sentir a verdade de ter aflições, estas aflições que dizem por aí, não passa de ideia capitalista do ter ao invés do ser, não caiamos neste sofisma, procuremos entender a essência do evangelho de Cristo! Basta esse “evangelho” barato.Além disso, sabemos que todo o ser humano é passivo a sofrer dos males terrestres, mas esses males podem ser de ordem patológica, física, psicológica, social, econômica, natural, espiritual e política. Se dissermos que os problemas só giram em torno de economia, problemas físicos e naturais estaremos caindo no mesmo erro de diminuir o mais importante, a perseguição espiritual pelo amor ao evangelho, e essa perseguição também pode ser política e psicológica.Que evangelho é esse? Em que homens com o título de “pastor”, “pastor presidente desta ou aquela convenção”, aparece publicamente em uma emissora de TV para dizer “Votem em candidato fulano de tal!”, É o maior erro de um líder cristão é misturar o santo com o corruptível, almejo o dia em que estes ditos “pastores” percam seus programas de televisão que enganam a muitos com a desculpa de expandir o evangelho, mas o que realmente querem é expandir os seus impérios, vamos acordar, a igreja precisa ser perseguida para se expandir saudavelmente? A Bíblia chama estes líderes de cães, os que ensinam doutrinas errôneas, os que desviam o povo de Deus do espiritual para o material (Fl 3.2), não pense que isso invencionismo meu, não pense que criei tal ideia, pelo contrário, meu ato aqui é reproduzir o que o nosso Senhor e seus apóstolos ensinaram ao povo.Falasse em uma nova lei em que se proibirá programas ditos “evangélicos” em horário específico nas TVs, alguns dizem ser perseguição, mas acho que na realidade isso é permissão do Senhor para que a igreja inerte brasileira se desperte, acordem! Estamos misturados com o mundo, “Um dos piores momentos estamos vivendo em nossa era, pois não só o “mundo” jaz no maligno, mas a “igreja” está casada com o mundo, já aparenta até um contrato social entre os dois, como se firmasse assim “Não falo mal de você mundo, não é tão importante falar do que você trás para dentro de mim porque é bom, os meus ‘templos’ estão cheios e isso é o que importa, gosto da musicalidade se sobrepondo a Palavra, o povo está cansado de ouvir a Bíblia, por isso eu como ‘igreja’ lhe prometo que te serei fiel até a morte, pois não espero mais a volta de Jesus, ele tá demorando demais, acho melhor me casar antes que fique pra titia!” Essas são as palavras da igreja maculada pelo pecado, igreja que não é a Igreja do Senhor e nem tampouco é composta pelos remanescentes essencialmente cristãos!”. (FREIRE, 2012, p.41)
Que nossas aflições sejam formadoras de gozo e paz! Como assim? Que nossas tribulações sejam por amor ao evangelho pleno de Cristo que produz em nós regozijo nas perseguições! Glória a Deus!
Fonte: Ebdbrasil

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Quem se importa? - Clamor Pelas Nações

O cristão pode ir ao motel? – Helena Tannure

Carta ao Reverendo Van Diesel - Líder presbiteriano critica a maneira como estão utilizando a unção com óleo.

[Republicação - Mais uma carta fictícia. Não existe o Reverendo Van Diesel, pelo menos não com este nome...]

Prezado Reverendo Van Diesel,

Obrigado por ter respondido minha carta. Você foi muito gentil em responder minhas perguntas e explicar os motivos pelos quais você costuma ungir com óleo os membros de sua igreja e os visitantes durante os cultos, além de ungir os objetos usados nos cultos.

Foto do armário do Rev. Van Diesel - óleo santo
importado de Israel
Eu não queria incomodá-lo com isto, mas o Severino, membro da minha igreja que participou dos seus cultos por três domingos seguidos, voltou meio perturbado com o que viu na sua igreja e me pediu respostas. Foi por isto que lhe mandei a primeira carta. Agradeço a delicadeza de ter respondido e dado as explicações para sua prática.

Sem querer abusar de sua gentileza e paciência, mas contando com o fato de que somos pastores da mesma denominação, permita-me comentar os argumentos que você citou como justificativa para a unção com óleo nos cultos.

Você escreveu, "A unção com óleo era uma prática ordenada por Deus no Antigo Testamento para a consagração de sacerdotes e dos reis, como foi o caso com Arão e seus filhos (Ex 28:41) e Davi (1Sam 16:13). Portanto, isto dá base para se ungir pessoas no culto para consagrá-las a Deus." Meu caro Van Diesel, nós aprendemos melhor do que isto no seminário presbiteriano. Você sabe muito bem que os rituais do Antigo Testamento eram simbólicos e típicos e que foram abolidos em Cristo. Além do mais, o método usado para consagrar pessoas a Deus no Novo Testamento para a realização de uma tarefa é a imposição de mãos. Os apóstolos não ungiram os diáconos quando estes foram nomeados e instalados, mas lhes impuseram as mãos (Atos 6.6). Pastores também eram consagrados pela imposição de mãos e não pela unção com óleo (1Tim 4.14). Não há um único exemplo de pessoas sendo consagradas ou ordenadas para os ofícios da Igreja cristã mediante unção com óleo. A imposição de mãos para os ofícios cristãos substituiu a unção com óleo para consagrar sacerdotes e reis.

Você disse que "Deus mandou Moisés ungir com óleo santo os objetos do templo, como a arca e demais utensílios (Ex 40.10). Da mesma forma hoje podemos ungir as coisas do templo cristão, como púlpito, instrumentos musicais e aparelhos de som para dedicá-los ao serviço de Deus. Eu e o Reverendo Mazola, meu co-pastor, fazemos isto todos os domingos antes do culto." Acho que aqui é a mesma coisa que eu disse no parágrafo anterior. A unção com óleo sagrado dos utensílios do templo fazia parte das leis cerimoniais próprias do Antigo Testamento. De acordo com a carta aos Hebreus, estes utensílios, bem como o santuário onde eles estavam, “não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma” (Hb 9.10). Além disto, o templo de Salomão já passou como tipo e figura da Igreja e dos crentes, onde agora habita o Espírito de Deus (1Co 3.16; 6.19). Não há um único exemplo, uma ordem ou orientação no Novo Testamento para que se pratique a unção de objetos para abençoá-los. Na verdade, isto é misticismo pagão, puro fetichismo, pensar que objetos absorvem bênção ou maldição.

Você também argumentou que “Jesus mandou os apóstolos ungir os doentes quando os mandou pregar o Evangelho. Eles ungiram os doentes e estes ficaram curados (Mc 6.13).” Nisto você está correto. Mas note o seguinte: (1) foi aos Doze que Jesus deu esta ordem; (2) eles ungiram somente os doentes; (3) e quando ungiam, os enfermos eram curados. Se você, Van Diesel, e seu auxiliar Mazola, curam a todos os doentes que vocês ungem nos cultos, calo-me para sempre. Mas o que ocorre? Vocês ungem todo mundo que aparece na igreja, crianças, jovens, adultos e velhos... Você fica de um lado e o Mazola do outro, e as pessoas passam no meio e são untadas com óleo na testa, gente sadia e com saúde. Se há enfermos no meio, eles não parecem ficar curados. Pelo menos o membro da minha igreja que esteve ai por três domingos seguidos não viu nenhum caso de cura. Ele me disse que você e o Mazola ungem o povo para prosperidade, bênção, proteção, libertação, etc. É bem diferente do que os apóstolos fizeram, não é mesmo?
Quando eu questionei a unção das partes íntimas que você faz numa reunião especial durante a semana, você replicou que “a unção com óleo sagrado e abençoado é um meio de bênção para as pessoas com problemas de esterilidade e se aplicado nas partes íntimas, torna as pessoas férteis. Já vi vários casos destes aqui na minha igreja.” Sinceramente, Van Diesel, me dê ao menos uma prova pequena de que esta prática tem qualquer fundamento bíblico! Lamento dizer isto, mas dá a impressão que você perdeu o bom senso! Eu me pergunto por que seu presbitério ainda não tomou providências quanto a estas práticas suas. Deve ser porque o presidente, Reverendo Peroba, seu amigo, faz as mesmas coisas.

Seu último argumento foi que “Tiago mandou que os doentes fossem ungidos com óleo em nome de Jesus (Tg 5.14).” Pois é, eu não teria problemas se os pastores fizessem exatamente o que Tiago está dizendo. Note nesta passagem os seguintes pontos.
  • A iniciativa é do doente: “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor."
  • Ele chama “os presbíteros da igreja” e não somente o pastor.
  • O evento se dá na casa do doente e não na igreja.
  • E o foco da passagem de Tiago, é a oração da fé. É ela que levanta o doente, “E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tg 5.15).
Ou seja, não tem como usar esta passagem para justificar o “culto da unção com óleo santo” que você faz todas as quintas-feiras e onde unge quem aparece. Não há confissão de pecados, não há quebrantamento, nada do que Tiago associa com esta cerimônia na casa do doente.

Quer saber, Van Diesel, eu até que não teria muitos problemas se os presbíteros fossem até a casa de um crente doente, que os convidou, e lá orassem por ele, ungindo com óleo, como figura da ação do Espírito Santo. Se tudo isto fosse feito também com um exame espiritual da vida do doente (pois às vezes Deus usa a doença para nos disciplinar), ficaria de bom tamanho. E se houvesse confissão, quebrantamento, mudança de vida, eu diria amém!

Mas até sobre esta unção familiar eu tenho dúvida, diante do uso errado que tem sido feito da unção com óleo hoje. De um lado, há a extrema unção da Igreja Católica, tida como sacramento e meio de absolvição para os que estão gravemente enfermos e se preparam para a morte. Por outro, há os abusos feitos por pastores evangélicos, como você. O crente doente que convida os presbíteros para orarem em sua casa e ungi-lo com óleo o faz por qual motivo? Ungir com óleo era comum na cultura judaica e oriental antiga. Mas entre nós...? Será que este crente pensa que a unção com óleo tem poderes miraculosos? Será que ele pensa que a oração dos presbíteros tem um poder especial para curar? Se ele passa a semana assistindo os programas das seitas neopentecostais certamente terá idéias erradas sobre unção com óleo. Numa situação destas de grande confusão, e diante do fato que a unção com óleo para enfermos é secundária diante da oração e confissão de pecados, eu recomendaria grande prudência e discernimento.

Mas, encerro por aqui. Mais uma vez, obrigado por ter respondido à minha primeira carta e peço sua paciência para comigo, na hora de ler meus contra-argumentos.

Um grande abraço,

Augustus

Fonte: Blog O Tempora, O mores

Razões porque eu não curto as festas juninas evangélicas


Existe uma linha extremamente tênue entre contextualização e sincretismo religioso. Na verdade, ouso afirmar que não são poucos aqueles que no afã de contextualizarem a mensagem sincretizaram o Evangelho. 

Antes de qualquer coisa, gostaria de afirmar que acredito na necessidade de que contextualizemos a mensagem da Salvação Eterna, sem que com isso, negociemos a essência do evangelho. O problema é que devido a "gospelização" da fé, parte da igreja brasileira começou a considerar todo e qualquer tipo de manifestação cultural ou religiosa como lícita, proporcionando com isso a participação dos crentes em eventos deste nipe, desde que portanto, houvesse  mudança de nomenclatura.  Nessa perspectiva, apareceram as baladas, festas  e boates gospel, como também os arraiais evangélicos.

Diante do exposto, gostaria de ressaltar de forma prática e objetiva as principais razões porque não considero lícito ou adequado cristãos organizarem ou participarem de arraiais evangélicos:

Background  histórico das festas juninas são idólatras, onde o objetivo final é venerar os chamados “santos católicos”.

Bom, ao ler essa afirmação talvez você esteja dizendo consigo mesmo: "Há, tudo bem, eu concordo, mas a festa junina que eu vou não é católica e sim evangélica, portanto, não rola idolatria." 

Caro leitor,  o fato de transformarmos uma festa idólatra numa festa gospel, não a torna uma festa legitimamente cristã.  Do ponto de vista das Escrituras é preciso que entendamos que não fomos chamados a imitar o mundo e sim a transformá-lo.

Um outro ponto que precisa ser considerado é que ao criarmos uma festa junina evangélica sem que percebamos, estamos contribuindo com a sincretização do evangelho. Na verdade, ouço afirmar que não existem diferenças entre aqueles que em nome de Deus fazem festas juninas, daqueles que em nome do Senhor, promovem a relação entre o baixo espiritismo e o "Reteté de Jeová."

Vale a pena ressaltar que não sou contra eventos ou festas que tenham bolos, pés de moleque, salsichão, Cachorro quente e o maravilhoso angu a baiana. Na verdade, tirando a canjica que eu detesto, eu amo tudo isso! Conheço igrejas como por exemplo a Igreja Batista de Japuíba em Angra dos Reis, pastoreada pelo meu amigo Ezequias Marins que anualmente, fora do período de junho/julho, organiza uma festa do Milho sem as características juninas, como músicas, bandeiras, roupas de caipira e etc.  Na verdade, Ezequias e sua igreja entenderam o perigo do sincretismo e organizaram uma festa cujo objetivo final é glorificar ao Senhor através da evangelização.

Prezado amigo,  diante do exposto afirmo que as igrejas que organizam festas juninas com danças, vestes caipiras e outras coisas mais, romperam a linha limite da contextualização embarcando de cabeça no barco do sincretismo.

Isto, posto, me parece coerente e sábio que  em situações deste tipo apliquemos a orientação paulina que diz:  "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." 1 Coríntios 10:22-23

É que penso!

Fonte: Renato Vargens

Batistas Evangelizam na Penitenciaria de Segurança Máxima em Catanduvas. E Nós? O Que Estamos Fazendo?



Faça parte também dessa obra. Ore, seja um voluntário ou contribua.

Em Cristo,

Presbítero Jorge Pinto

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Entrevista - Pastor Joide Miranda ex-travesti

Culto Evangelístico no Bairro Santa Luzia


Culto ao ar livre
Local: Residencia do irmão Zé no bairro Santa Luzia, próximo ao sangradouro do açude de Pentecoste.
Data: 28 de Junho de 2012
Horário: 19h00
Preletor: Presbítero Jorge Pinto
Organização: Departamento de Missões da AD CONADEC de Pentecoste-Ce.

domingo, 24 de junho de 2012

Igreja brasileira +20


Na sua obra Faminto por Mais de Jesus (CPAD), David Wilkerson afirmou: “As igrejas estão sendo invadidas pelo adultério, divórcio, rock evangélico, psicologia antibíblica e ensinamentos da Nova Era. Muitos jovens crentes estão se voltando para as drogas e o sexo ilícito, tentando preencher o vazio de suas almas. Isso acontece porque muito do que se diz em nossos púlpitos, quando muito, serve apenas para nos agradar. Os sermões não são substanciais e nem difíceis de se engolir. Na verdade, são ‘divertidos’. As histórias são bem contadas, as aplicações fáceis e práticas, e nada do que é dito chega a afetar os ouvintes”.
Em 1992, quando a aludida obra foi publicada, nos Estados Unidos, mensagens antropocêntricas, que priorizam o ser humano (como se ele fosse a medida de todas as coisas), massageando seu ego, faziam muito sucesso entre os norte-americanos. Por isso, Wilkerson resolveu escrever sobre o assunto, condenando com veemência a pregação triunfalista, que, em muitas igrejas, tomara o lugar da pregação que visa ao arrependimento e à vida santa.
No Brasil, à época, a igreja era diferente da estadunidense. Na Assembleia de Deus, da qual sou membro desde 1985, o assunto era “A Década da Colheita”, um ousado projeto de evangelização. Lembro-me, com saudades, de como eram as pregações, em 1992. Não havia espaço para olhe-para-o-seu-irmão-e-diga-isto-e-aquilo. Praticamente, não existiam animadores de auditório! Os principais pregadores dos eventos assembleianos de grande porte expunham as Escrituras com graça e sabedoria, tendo como objetivo agradar ao Senhor Jesus.
O que o saudoso irmão Dave escreveu em Hungry for More of Jesus (Famintos por Mais de Jesus), aos cristãos norte-americanos, parece ter sido escrito para a igreja brasileira +20 (vinte anos após 1992): Ninguém terá problemas ao trazer um cônjuge não-cristão ou um amigo à igreja aos domingos, porque não se sentirão embaraçados. Não entrarão em confronto com o pecado. Nenhuma brasa viva do altar de Deus queimará suas consciências, nenhuma flecha ardente de condenação, vinda do púlpito, os colocará de joelhos. Nenhum dedo profético apontará para seus corações e sentenciará: ‘Você é o homem!’ E se o martelo de Deus vier de encontro ao pecado, a pancada será rapidamente suavizada”.
Wilkerson prossegue em seu duro discurso: “É espantoso, porém, verdade. O lugar mais conveniente para trazer alívio à consciência que procura se esconder dos olhos inflamados de um Deus santo é o interior de uma igreja morta. Seus pregadores mais parecem carregadores de caixão que apóstolos de vida. Em vez de guiar crentes famintos à vida abundante oferecida por Jesus, fazem promessas agradáveis, tentando apenas acalmar a fome: ‘Tudo está bem. Você fez o que precisava fazer.
Veja o que o irmão Dave disse a respeito da reação daqueles que abraçaram o falacioso evangelho antropocêntrico, quando confrontados à luz da Palavra de Deus: “Alguns pregadores protestam, alegando que suas igrejas, longe de serem mortas, estão repletas de orações fervorosas e adoração a Deus. Contudo, nem todas as igrejas opulentas e avivadas são necessariamente cheias de vida. A adoração vinda de lábios impuros, na verdade, é abominação a Deus. O louvor que sai de corações cheios de adultério, cobiça ou orgulho, não chega a Deus como aroma suave. Bandeiras cristãs erguidas por mãos pecadoras não passam de ostentações arrogantes e revoltosas”.
Realmente, é isso que temos visto na igreja brasileira +20. O falso evangelho que muitos líderes e pregadores abraçaram, nos Estados Unidos e no Brasil, os leva a pensar que sempre estão certos pelo fato de declararem que são abençoados e prósperos. Eles se consideram triunfantes, não porque obedecem à Palavra de Deus, e sim porque “decretam” a própria vitória. O seu triunfalismo os impede de triunfar verdadeiramente. E a suasoberba os distancia do Deus excelso (Sl 138.6).
Tomando como base as palavras de David Wilkerson, em 1992, o que podemos esperar da igreja brasileira +25, +30 e +40? Como será a sua pregação daqui a mais cinco, dez ou vinte anos? Que tipo de culto minha filha (foto) frequentará? A iniquidade se multiplica, e o amor de muitos esfria, como previu o nosso Senhor (Mt 24.12). E isso nos deixa pessimistas quanto ao futuro. Mas não nos esqueçamos de que a Igreja de Cristo, formada pelos crentes fiéis, que andam como Jesus andou (1 Jo 2.6), continua a sua marcha triunfal, nEle (2 Co 2.14).
“Ora, vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20). 
Fonte: Ciro Sanches Zibordi

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Culto de Doutrina



Venha você também participar do nosso Culto de doutrina  nesta sexta-feira dia 22 de Junho de 2012 na Igreja Assembleia de Deus CONADEC, na Avenida José de Borba Vasconcelos nº 133. 


Em Cristo,


Presbítero Jorge Pinto

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Lição 13 "A Formosa Jerusalém" - Ev. Henrique

PARTE 1


PARTE 2


PARTE 3


PARTE 4


PARTE 5


Fonte: Ebdnatv

Os 144 mil de Apocalipse, literal ou simbólico?

PARTE 1


PARTE 2


PARTE 3


PARTE 4


Lição 13 - A Formosa Jerusalém

Culto de Jovens na AD em Pentecoste

Palestra Sobre Neemias - Pastor Sóstenes Fernandes



Palestra realizada na 1ª Conferência da Escola Dominical no dia 1º de outubro de 2011, na Assembléia de Deus Maracanaú, ministério Templo Central. Palestrante: Pr. Sóstenes Fernandes, da AD de Independência. Evento organizado pelo NFCPEB e apoiado pelo Pr. João Gonçalves Mendes.

Pastor Sóstenes Fernandes Paulino


Pastor Sóstenes e sua esposa Cândida.
Sempre é bom ouvir os ensinos e atitude humilde do Pastor Sóstenes Fernandes, em minha opinião, um dos maiores eruditos das Assembleias de Deus que já apareceu em nosso município. Em minhas conversas com o pastor tenho aprendido muito com esse homem santo. Sempre com a mansidão e doçura que são próprias à sua personalidade e formação, tem dedicado todo seu trabalho para o progresso da igreja dentro do município.
Esse homem de Deus teme os holofotes terrenais. Nunca se deixou levar pelos elogios dos seus feitos e jamais declamou suas realizações, olha que ele revolucionou a igreja, deu uma nova visão do que é ser evangélico.Essa postura ministerial e de vida, tem servido de exemplo para muitos jovens e para própria sociedade independenciana. A Assembleia de Deus em Independencia mudou com a entrada do pastor Sóstenes, o número de evangélicos tem aumentado em nossa cidade.
Não é fácil ser pastor em Independência, o município é enorme e as estradas estão péssimas, têm que dar assistência às igrejas na zona rural.. Mas "Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja" (1Tm 3.1) A palavra-chave nesse versículo é "obra". O ministério pastoral é uma obra árdua. Paulo comparou a vida do pastor à do soldado e à do lavrador. Ele encorajou o jovem Timóteo a participar "dos sofrimentos" no ministério. (2 Tm 2.3,6).
Quero deixar o testemunho que o Pastor Sóstenes tem sido um conselheiro para aqueles que necessitam de orientação, um encorajador para aqueles que estão desanimados, e um confortador para os que estão angustiados. Além de ser um administrador da vida e do ministério de uma igreja local, e um líder que dirige a igreja nos caminhos adequados. Porém, dentre todas essas e outras responsabilidades, e, principalmente e acima de todas as demais coisas, um pregado

Igreja Assembleia de Deus, antes da chegada do pastor Sóstenes e Hoje.

Fonte: Blog do Ricardo Assis

AD Em Independência Está Ficando Linda


A Igreja Evangélica Assembléia de Deus na cidade de Independência, Ceará, está ficando linda.
Parabéns pastor Sóstenes e a todos os que compõe está linda igreja.


Pastor Sóstenes 


Pastor Sóstenes e Cândida (esposa)


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pastores escondiam documentos sobre mensalão do DEM em igreja evangélica


igreja Tabernáculo do Evangelho de Jesus
Agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado apreenderam documentos relacionados ao DEM e computadores escondidos na igreja Tabernáculo do Evangelho de Jesus, no Recanto das Emas, no Distrito Federal, Brasil.
A apreensão aconteceu depois de mandatos de busca e apreensão na igreja, através de denúncias anônimas. As denúncias afirmavam que pastores da igreja estariam escondendo documentos sobre as pessoas investigadas pela Operação Hofini.
"Isso é ocultação de provas que interessam ao inquérito, conseguimos os mandados e fomos atrás", informou o delegado responsável pelas investigações, Henri Peres Lopes, segundo o Estadão.
Os documentos podem comprovar a lavagem de dinheiro liderada pelo ex-deputado Júnior Brunelle, indiciado pelo caso “Mensalão do DEM”. Ele foi flagrado fazendo uma oração após receber dinheiro do delator do esquema, Durval Barbosa.
Os mandatos também ocorreram na residência da advogada Marlucy de Senna Guimarães de Oliveira, e na casa do pastor Valdir Niasato, localizadas em Taguatinga, bairro nobre do DF.
Segundo o delegado Lopes, a lavagem de dinheiro acontecia por meio da Associação Monte das Oliveiras (AMO), em que Brunelli fazia emendas orçamentárias para destinar recursos para a AMO. A AMO por sua vez, deveria realizar projetos para a melhoria da qualidade de vida de idosos e crianças da região, mas não realizava nada.
"Notas fiscais falsas justificavam grosseiramente o uso das verbas em eventos que nunca aconteceram", afirmou o delegado.
Após a etapa da Operação Hofini II, concluída nesta segunda, foram indiciadas também a presidente da AMO, Maria Soares de Almeida e a tesoureira da associação, Maria das Meces de Souza, além da advogada Marlucy e o pastor Valdir Niasato.
Na primeira parte da operação foi preso também Carlos Antônio Martins Carneiro, o pastor Adilson Wlaufredir de Oliveira e o empresário Sapartacus Issa Savite.

A Panelinha de Jesus - Pastor Antonio José


Quanto à aplicação do termo “panelinha” no cotidiano relacional da Eclésia, geralmente está ligada a práticas promotoras de interesses pessoais ou de grupos, onde a hipocrisia explicita e implícita tempera a “panelinha” com os ingredientes da maledicência e do pretexto de falatórios profanos.
O que configura também o diminutivo “panelinha” é a sua reduzida capacidade de agregar pessoas, valores e idéias, visto que dificilmente a sua tampa estagnada pela mesmice, se levanta para aceitar o novo e assim renovar os ares do seu pequeno mundo.
Do ponto de vista sociológico das relações humanas, a “panelinha” é exclusiva e excludente ao mesmo tempo. Isso se deve a sua vocação de se fechar hermeticamente segundo a sua conveniência e de só se abrir sob forte pressão exterior.
A “panelinha” em si mesma, não é responsável pelo resultado final do cardápio que é servido à mesa. O que na verdade a deprecia, são os componentes que compõe uma velha receita que alguns insistem sempre em fazer reunindo o mesmo grupo de pessoas.
Em defesa da “panelinha” eu levanto a tese que o desdém da qual ela é alvo, em parte é injusto. A minha argumentação se sustenta no fato que o problema não está na “panelinha”, mas naqueles que a manipulam.
Por isso eu posso conceber a utilidade da “panelinha” em vários segmentos das relações humanas. Seguindo este raciocínio posso afirmar que Pedro, Tiago e João, formavam a “panelinha” de Jesus. Contudo, ao que nos consta, Jesus foi uma espécie de mestre kuka que jamais permitiu que a sua “panelinha” fervesse sem o propósito definido de abençoar e promover o bem estar coletivo das pessoas. Daí o seu caráter suigeneris de inclusão com base no amor de Deus e no amor ao próximo.
Nesse sentido poderíamos enumerar algumas “panelinhas” famosas na bíblia, dentre as quais destaco a do apóstolo Paulo (Timóteo, Gaio, Trófimo, Sopater, Tíquico, Epafrodito, Epafras, Tito, Silas…).
Em nível de liderança a “panelinha” se expressa na forma de uma equipe coesa ou de um staff administrativo que valoriza os esforços de um grupo cujas ações promovem o sucesso da liderança eficaz.
Algumas “panelinhas” precisam ser quebradas. Isto é fato! Jesus quebrou a “panelinha” dos fariseus, dos saduceus e dos herodianos em nome da verdadeira religião. Até a “panelinha” dos filhos dos profetas pode ser envenenada, quanto mais as “panelinhas” que se formam na igreja cristã atual.
Portanto, em vez de execrarmos todas as “panelinhas” apenas pelo pré-conceito que nomeia o seu caráter, façamos com sábio discernimento a distinção do real propósito de cada “panelinha” e assim conservemos as boas e quebremos as más.
Fonte: Portaljvd

2º Encontro das Juventudes Evangélicas em Fortaleza

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Assembleia de Deus em Belém do Pará comemora 101 anos


Assembleia de Deus em Belém do Pará comemora 101 anos
Depois das festividades do ano passado que marcaram o 1º centenário da igreja Assembleia de Deus em Belém do Pará e no Brasil, os membros assembleianos de todo o país estão sendo convidados a participarem da comemoração do 101º aniversário.
A Igreja-Mãe das ADs de todo o Brasil iniciou as festividades no último domingo, começando pelo Grande Batismo Pioneiros do Bicentenário e com um culto no período da noite.
Nesta segunda-feira (18) a comemoração do Dia da Assembleia de Deus, data aprovada pela prefeitura da capital paraense, contou com a realização de uma conferência que deve se encerrar de noite em um grande culto de louvor e gratidão a Deus.
Na última quinta-feira a Câmara de Belém realizou uma solenidade para destacar a importância da AD para o estado e também para o Brasil, fazendo honras ao trabalho de evangelização realizado pelos pastores e membros da Igreja-Mãe.
No dia 15 foi a vez da Câmara dos Deputados homenagearem as Assembleias de Deus, em seu pronunciamento o deputado federal Marcos Feliciano citou os trabalhos desse ministério.
“Evangelizar a todos, já justifica perante Deus nossa missão, no entanto, concomitante, a Igreja de Cristo promove o maior trabalho de inclusão social que se tem noticias, aglutinando pessoas das mais diferentes matizes sociais numa união fraterna cristã de congraçamento ímpar, proporcionando ao País, exemplo de convívio harmônico, embasado nos ensinamento que o próprio Cristo nos deixou”.
Pelo Twitter o pastor presidente da AD em Belém do Pará, Samuel Câmara, falou sobre a geração do bicentenário. “Somos a geração pioneira do Bicentenário da Assembleia de Deus, e isso representa um grande privilégio da parte do Senhor Jesus”, escreveu ele.
Fonte: Gospel Prime

Vanilda Bordieri intensifica debate sobre pagamento de cachê a cantores gospel

"Se alguém quer fazer festa sem custos, use cantores locais", disse cantora.

Vanilda Bordieri intensifica debate sobre pagamento de cachê a cantores gospel
De acordo com pesquisa recente a música gospel é o segundo gênero musical mais rentável do País. A evolução desde os anos 50, quando Elvis Presley já cantava canções evangélicas em homenagem a sua mãe, até o momento atual do gênero no Brasil é espantoso. Além do grande acesso a mídia, hoje os cantores evangélicos contam com programas especiais voltado ao gênero, como o festival Promessas da Rede Globo.
Os sucessos da música caem na boca do povo, coisa que nos anos 50 era raro, até pela dificuldade de composição das músicas religiosas devido ao preconceito contra ritmos e instrumentos, considerados “satânicos” por muitos pastores. Hoje os nomes da música gospel tem ganhado uma repercussão enorme, de dar inveja a cantores seculares que cogitam migrar para o gênero a fim de aumentar suas vendas e melhorar seus cachês. No Brasil o gospel é considerado como salvador da indústria fonográfica.
O último CD Diamante, da cantora Damares, vendeu cerca de 400 000 cópias. É o que vendem cantores como Roberto Carlos, considerado o rei da música secular no país. Em 2010 o mercado gospel faturou 1,5 bilhão de reais.
Sintomático da música gospel é que com o crescimento da popularidade dos cantores cresceu o número de convites para eventos e conferências evangélicas. Diga Paulo César Baruk, que tem uma agenda lotada, com quase todos os finais de semana já programados em eventos e apresentações. Damares também, já está fazendo agenda para 2013 e mantém uma agenda anual lotada.
Porém a crescente participação da música gospel nos meios seculares e a procura por cantores renomados para eventos em igrejas tem levantado um intenso debate entre pastores, teólogos e cantores: O cantor gospel deve cobrar para cantar? Alguns dizem que sim, pois é um trabalho, enquanto muitos acreditam que não, pois se é um chamado, Deus se responsabiliza.
Na madrugada desta segunda-feira (18) cantores e pastores entraram em um intenso debate sobre o tema no Twitter. A cantora Vanilda Bordieri disse que “Nenhum Cantor viaja sem despesas, sem ofertas. E aqui no Twitter querem se aparecer dando moral naqueles que assumem viver da obra. $$$$ eu não A Tá (sic)”. Além disso, para a cantora “quem reclama nunca deu R$ 1,00 pra pagar nenhum cantor, e nunca recebera mais que isso por ser avarento (sic)”.
“Esse bando de frustrados” disse a cantora Célia Sakamoto, irmã da cantora Vanilda Bordieri, “eu Tenho um ministério, mais meus filhos não foram chamados para obra ainda (sic)”, comentou, dando referência de que tinha que sustentar sua família.
Um dos usuários do microblog questionou a cantora Vanilda Bordieri perguntando se era licito estipular preço e quanto Jesus havia cobrado de Jairo? Vanilda respondeu em um tom sarcástico que aquilo era “uma hipocrisia” e que não era uma questão de dom e sim de disposição. Ignorando todas as referências bíblicas citadas por usuários Vanilda questionou: “De graça recebeis de graça dai. O que? Eu não recebo de graça, o meu sapato, o meu arroz, meu feijão. O meu Dom não tem preço. A casa sim”, concluiu.
A cantora Lydia Moises, também entrou no debate e disse que “Se todos nós daremos contas a Deus, deixe isso pra lá, cada um sabe do seu ministério (sic)”. Além disso, a cantora comentou que já recebeu um pastel de oferta em um dos seus convites.
Um dos momentos mais intensos do debate foi quando Vanilda afirmou que Jesus não cobrava nada porque até do peixe tirou dinheiro para o imposto. Neste momento um dos usuários criticou a comparação da cantora, “é verdade Jesus era um desocupado mesmo!”, comentou “desculpe-me a minha franqueza você está se eludindo (sic)”. Ela chegou a dar o número para agenda e comentou que Jesus mandando irá de graça, mas se alguém convidar ela cobra.
Fonte: Gospel Prime

Deus, Prosperidade e Trabalho


A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e quanto ao que contribuem financeiramente para as comunidades às quais pertencem. Deus faz com que a chuva caia e o sol nasça para todos, justos e injustos, crentes e descrentes, conforme Jesus ensinou (Mateus 5:45). Não é possível, de acordo com a tradição reformada, estabelecer uma relação constante de causa e efeito entre contribuições, pagamento de dízimos e ofertas e mesmo a religiosidade, com a prosperidade financeira. Várias passagens da Bíblia ensinam os crentes a não terem inveja dos ímpios que prosperam, pois cedo ou tarde haverão de ser punidos por suas impiedades, aqui ou no mundo vindouro.

Através dos séculos, as religiões vêm pregando que existe uma relação entre Deus e a prosperidade material das pessoas. No Antigo Oriente, as religiões consideradas pagãs estabeleceram milênios atrás um sistema de culto às suas divindades que se baseava nos ciclos das estações do ano, na busca do favor dessas divindades mediante sacrifícios de vários tipos e na manifestação da aceitação divina mediante as chuvas e as vitórias nas guerras. A prosperidade da nação e dos indivíduos era vista como favor dos deuses, favor esse que era obtido por meio dos sacrifícios, inclusive humanos, como os oferecidos ao deus Moloque. No Egito antigo a divindade e poder de Faraó eram mensurados pelas cheias do Nilo. As religiões gregas, da mesma forma, associavam a prosperidade material ao favor dos deuses, embora estes fossem caprichosos e imprevisíveis. As oferendas e sacrifícios lhes eram oferecidas em templos espalhados pelas principais cidades espalhadas pela bacia do Mediterrâneo, onde também haviam templos erigidos ao imperador romano, cultuado como deus.

A religião dos judeus no período antes de Cristo, baseada no Antigo Testamento, também incluía essa relação entre a ação divina e a prosperidade de Israel. Tal relação era entendida como um dos termos da aliança entre Deus e Abraão e sua descendência. Na aliança, Deus prometia, entre outras coisas, abençoar a nação e seus indivíduos com colheitas abundantes, ausência de pragas, chuvas no tempo certo, saúde e vitória contra os inimigos. Essas coisas eram vistas como alguns dos sinais e evidências do favor de Deus e como testes da dependência dele. Todavia, elas eram condicionadas à obediência e só viriam caso Israel andasse nos seus mandamentos, preceitos, leis e estatutos. Estes incluíam a entrega de sacrifícios de animais e ofertas de vários tipos, a fidelidade exclusiva a Deus como único Deus verdadeiro, uma vida moral de acordo com os padrões revelados e a prática do amor ao próximo. A falha em cumprir com os termos da aliança acarretava a suspensão dessas bênçãos. Contudo, a inclusão na aliança, o favor de Deus e a concessão das bênçãos não eram vistos como meritórios, mas como favor gracioso de Deus que soberanamente havia escolhido Israel como seu povo especial.

O Cristianismo, mesmo se entendendo como a extensão dessa aliança de Deus com Abraão, o pai da fé, deu outro enfoque ao papel da prosperidade na relação com Deus. Para os primeiros cristãos, a evidência do favor de Deus não eram necessariamente as bênçãos materiais, mas a capacidade de crer em Jesus de Nazaré como o Cristo, a mudança do coração e da vida, a certeza de que haviam sido perdoados de seus pecados, o privilégio de participar da Igreja e, acima de tudo, o dom do Espírito Santo, enviado pelo próprio Deus ao coração dos que criam. A exultação com as realidades espirituais da nova era que raiou com a vinda de Cristo e a esperança apocalíptica do mundo vindouro fizeram recuar para os bastidores o foco na felicidade terrena temporal, trazida pelas riquezas e pela prosperidade, até porque o próprio Jesus era pobre, bem como os seus apóstolos e os primeiros cristãos, constituídos na maior parte de órfãos, viúvas, soldados, diaristas, pequenos comerciantes e lavradores. Havia exceções, mas poucas. Os primeiros cristãos, seguindo o ensino de Jesus, se viam como peregrinos e forasteiros nesse mundo. O foco era nos tesouros do céu.

A Idade Média viu a cristandade passar por uma mudança nesse ponto (e em muitos outros). A pobreza quase virou sacramento, ao se tornar um dos votos dos monges, apesar de Jesus Cristo e os apóstolos terem condenado o apego às riquezas e não as riquezas em si. Ao mesmo tempo, e de maneira contraditória, a Igreja medieval passou a vender por dinheiro as indulgências, os famosos perdões emitidos pelo papa (como aqueles que fizeram voto de pobreza poderiam comprá-los?). Aquilo que Jesus e os apóstolos disseram que era um favor imerecido de Deus, fruto de sua graça, virou objeto de compra. Milhares de pessoas compraram as indulgências, pensando garantir para si e para familiares mortos o perdão de Deus para pecados passados, presentes e futuros.

A Reforma protestante, nascida em reação à venda das indulgências, entre outras razões, reafirmou o ensino bíblico de que o homem nada tem e nada pode fazer para obter o favor de Deus. Ele soberana e graciosamente o concede ao pecador arrependido que crê em Jesus Cristo, e nele somente. A justificação do pecador é pela fé, sem obras de justiça, afirmaram Lutero, Calvino, Zwinglio e todos os demais líderes da Reforma. Diante disso, resgatou-se o conceito de que o favor de Deus não se pode mensurar pelas dádivas terrenas, mas sim pelo dom do Espírito e pela fé salvadora, que eram dados somente aos eleitos de Deus. O trabalho, através do qual vem a prosperidade, passou a ser visto, particularmente nas obras de Calvino, como tendo caráter religioso. Acabou-se a separação entre o sagrado e o profano que subjaz ao conceito de que Deus abençoa materialmente quem lhe agrada espiritualmente. O calvinismo é, precisamente, a primeira ética cristã que deu ao trabalho um caráter religioso. Mais tarde, esse conceito foi mal compreendido por Max Weber, que traçou sua origem à doutrina da predestinação como entendida pelos puritanos do século XVIII. Weber defendeu que os calvinistas viam a prosperidade como prova da predestinação, de onde extraiu a famosa tese que o calvinismo é o pai do capitalismo. As conclusões de Weber têm sido habilmente contestadas por estudiosos capazes, que gostariam que Weber tivesse estudado as obras de Calvino e não somente os escritos dos puritanos do séc. XVIII.

Atualmente, em nosso país, a idéia de que Deus sempre abençoa materialmente aqueles que lhe agradam vem sendo levada adiante com vigor, não pelos calvinistas e reformados em geral, mas pelas igrejas evangélicas chamadas de neopentecostais, uma segunda geração do movimento pentecostal que chegou ao Brasil na década de 1900. A mensagem dos pastores, bispos e “apóstolos” desse movimento é que a prosperidade financeira e a saúde são a vontade de Deus para todo aquele que for fiel e dedicado à Igreja e que sacrificar-se para dar dízimos e ofertas. Correspondentemente, os que são infiéis nos dízimos e ofertas são amaldiçoados com quebra financeira, doenças, problemas e tormentos da parte de demônios. Na tentativa de obter esses dízimos e ofertas, os profetas da prosperidade promovem campanhas de arrecadação alimentadas por versículos bíblicos freqüentemente deslocados de seu contexto histórico e literário, prometendo prosperidade financeira aos dizimistas e ameaçando com os castigos divinos os que pouco ou nada contribuem.

O crescimento vertiginoso de igrejas neopentecostais que pregam a prosperidade só pode ser explicado pela idéia equivocada que o favor de Deus se mede e se compra pelo dinheiro, pelo gosto que os evangélicos no Brasil ainda têm por bispos e apóstolos, pela idéia nunca totalmente erradicada que pastores são mediadores entre Deus e os homens e pelo misticismo supersticioso da alma brasileira no apego a objetos considerados sagrados que podem abençoar as pessoas. Quando vejo o retorno de grandes massas ditas evangélicas às práticas medievais de usar no culto a Deus objetos ungidos e consagrados, procurando para si bispos e apóstolos, imersas em práticas supersticiosas e procurando obter prosperidade material por meio de pagamento de dízimos e ofertas me pergunto se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro e sua teologia da prosperidade não são, na verdade, filhos da Igreja medieval, uma forma de neo-catolicismo tardio que surge e cresce em nosso país onde até os evangélicos têm alma medieval.

Fonte: O Tempora, O mores